Pastora LGBT quer ‘arrancar páginas’ do Novo Testamento

“O Novo Testamento NÃO é a palavra de Deus”
O Bispo da UCC diz que precisamos de um “Terceiro Testamento” porque os dois primeiros são “problemáticos” e contêm uma teologia ruim.
Como resultado, “precisamos retirar essas páginas” pic.twitter.com/zlkl51SyyD
– Protestia (@Protestia) 20 de abril de 2026
Uma pastora titular da Igreja Unida de Cristo Cidade de Refúgio (UCC) afirmou que o Novo Testamento não é a Palavra de Deus. A declaração foi feita durante uma palestra e repercutiu nas redes sociais.
Yvette Flunder é adepta de uma série de vertentes teológicas que compõem a frente de atuação do progressismo no meio evangélico. Homossexual, vive com outra mulher e se declara feminista defensora das teologias negrada libertação e inclusiva. Em relação a esta última, atua como presidente da Comunidade dos Ministérios Afirmativos.
Considerada uma das porta-vozes do movimento de teologia liberal, ela declarou recentemente em uma palestra no Centro de Teologia Pública e Políticas Públicas que os dois testamentos que compõem a Bíblia são “problemáticos”.
“Há algo muito perigoso que vou dizer agora… um pouco perigoso. Sou da opinião de que precisamos de um Terceiro Testamento, porque a Bíblia se tornou problemática”, disse Yvette.
Citando textos das cartas do apóstolo Paulo aos Efésios e Coríntios, ignorando o contexto, argumentou que a Bíblia não atende aos parâmetros de vida modernos: “‘Escravos, obedeçam a seus senhores como ao Senhor’. É um texto. ‘Que as mulheres se calem nas igrejas e, se tiverem alguma dúvida, que a perguntem a seus maridos em casa’”. “Agora, sou crente, confio em Deus de todo o meu coração, acordo de manhã falando com Deus e Deus falando comigo. Mas estou completamente frustrada com a forma como o texto se dirige ao tipo de Deus rancoroso que cria esse tipo de coisa”, opinou a pastora progressista.
Em seguida, Yvette defendeu algo semelhante à proposta de Ed René Kivitz, que anos atrás pregou a “atualização” da Bíblia. Porém, a pastora foi mais incisiva: “As pessoas dizem: ‘Bem, está no livro’. E eu digo: então precisamos arrancar essa página. E eles dizem: ‘Bem, você não pode fazer isso. É a Palavra de Deus”. Eu digo ‘Não, são palavras sobre Deus. Ora essa. Mas será que é a Palavra de Deus? Não. Não é a Palavra de Deus”.
Não Xo perfil de apologia católica Bruxão Petersoniano usou o episódio para estender as críticas à influência generalizada do progressismo nos diferentes segmentos cristãos: “Sempre que eu vejo alguém se gabando do ‘conservadorismo’ do evangélico/protestante (nessa hora eles são uma coisa só, mas tudo bem) brasileiro, eu lembro de como o mercado americano, mais antigo e com oferta mais variada, pode igualmente oferecer bizarrices ‘progressistas’ como as dos padres esquerdistas brasileiros/latinos (com a ressalva de que nem eles ousam defender sacerdócio feminino, quanto mais o cargo de ‘bispa’)”.
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